Saber dar feedback é uma competência individual; construir uma organização onde ele flui todos os dias é uma das maiores alavancas de transformação que existem.
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"As coisas não precisam de mudar o mundo para serem importantes." - Steve Jobs
Numa sociedade que premeia a conformidade, educar um filho para ser autêntico é, em si, um ato contracorrente — e um dos mais difíceis e mais importantes da parentalidade.
Sustentar uma visão minoritária sem a diluir nem se isolar por ela é uma das formas mais difíceis de liderança — e uma das mais transformadoras.
O presente é o único tempo que existe — o passado já não é, o futuro ainda não é — e, no entanto, atravessamo-lo quase sempre em piloto automático.
O currículo mede o passado; o potencial serve o futuro. Recrutar para potencial exige método — e é uma das competências organizacionais mais subdesenvolvidas.
Há uma inversão de causalidade que muda tudo: quando criamos valor genuíno, os resultados aparecem por acréscimo; quando perseguimos resultados, o valor é a primeira coisa a sacrificar-se.
Nem a solidão do autocrata, nem a diluição do comité: a liderança madura decide com soberania, mas em interdependência consciente.
A perfeição é processo, não destino — e aceitar a própria imperfeição não é resignação, é a precondição para o crescimento real.
Dar respostas cria dependência; a ajuda mais transformadora é perguntar — ajudar as pessoas a descobrir as suas próprias respostas
A sociedade penaliza quem muda de opinião como se fosse defeito de carácter — mas o que importa não é mudar, é a razão por que se muda










